KDE versus Gnome

Depois da saída do Windose Vista e da sua licença dos infernos decidi finalmente mudar para um sistema operativo não proprietário.
Depois de uns dias com o Ubuntu instalado decidimos mudar para o Kubuntu, que não é mais que o Ubuntu com o desktop environment KDE em vez do Gnome. Porque supostamente o KDE é mais flexível em termos de configuração e portanto perfeito para uma anal como eu. ENGANO!
O Konqueror, que é o file manager do KDE, é a coisinha mais IRRITANTE que eu já vi. Lento, intrusivo e egoísta. Sim. É tudo isto e mais!
A qualidade da qual os aficionados de KDE tanto se orgulham, o Konqueror como canivete suiço do sistema operativo, é algo que vou levar muito tempo a esquecer. Um pesadelo. Não interessa quais são os defaults o Konqueror não quer saber de defaults. O Konqueror está demasiado fascinado por poder abrir todos aqueles ficheiros diferentes para se preocupar com defaults. O Konqueror conquista!

Mas não me conquistou a mim. Chiça!

No fim decidi deixar “o gajo” instalar o seu sistema fetiche: O Gentoo com o Gnome.
Não sei se é por ter usado o KDE durante a última semana mas isto agora sabe-me que nem ginjas!

Puff, puff…

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