Que vergonha.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos num relatório oficial de 2005 reconheceu oficialmente as violações generalizadas dos direitos humanos que ocorrem regularmente na Coreia do Norte.

Em específico referiu-se a estes e outros tópicos:

- Tortura e outros tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, castigos e execuções públicas;

- Detenções arbitrárias e extras judiciais, ausência do devido processo legal, imposição da pena de morte por razões políticas ou arbitrárias;

- Existência de um grande número de campos de prisioneiros e a ampla utilização do trabalho forçado;

- Proibição ao acesso de todos à informação;

- Restrições graves e disseminadas à liberdade de pensamento, de consciência, de religião, de opinião e de expressão, reuniões sociais e associação pacíficas;

- Contínuas violações dos direitos humanos e liberdades fundamentais das mulheres, em especial o tráfico de mulheres para a prostituição ou casamentos forçados, abortos forçados por motivos étnicos, religiosos ou políticos, incluindo injeções que induzem o trabalho de parto, assim como o infanticídio de crianças de mães repatriadas, condenadas em centros de detenção ou campos de trabalho forçados.

Podem ler em pormenor aqui (em Português) e aqui está o documento oficial (em Inglês).

E o Partido Comunista Português lamentou ontem a morte deste “Querido Líder”. Sem comentários.

Falta de decoro.

A junta de freguesia da Ericeira foi multada em sete mil euros utilizar óleos reciclados para mover os carros do lixo, em vez de comprar combustíveis fósseis, pelo que o Estado se considera lesado. (…)

Não é que seja proibido usar óleo. Não há nenhuma lei contra isso. O problema é que quando se usa óleo vegetal nos carros não se está a usar petróleo, que é taxado pelo estado a cima de qualquer valor lógico. Por isso o Estado sente-se lesado. Coitadinho… Porque o povo está a poupar e a fazer bem ao ambiente não violando NENHUMA LEI.

Agora é esperar para ver quando é que sai a lei para proibir o uso de óleo vegetal em oposição ao petróleo. Ou, em alternativa, começar a pagar o triplo para fritar batatas.

A notícia no Público.