O Bruno dizia que eu era uma gótica disfarçada. Eu nem sabia bem o que eram os góticos, esses totós. (És gótico ou és totó?)
Agora, olhando para trás, compreendo como as coisas acontecem. Quando começamos a ler com 10 anos o “Wuthering Heights” - Heathcliff, meu amor… - e o “Great Expectations” acho que começam a ser mais óbvias as inclinações. Obrigado mãe!

Bacon caramelizado com xarope de ácer (maple syrup) e mostarda de Dijon.
Bonito serviço, não?
Para os audazes a receita está aqui.
Via [link]
Estou a ler o último livro. E já me chateei com uma pessoa que disse que não ia fazer spoilers e duas palavras depois de escrever isso dá o segundo pior spoiler de todos… Qual é o problema destas pessoas? Querem provar que são muito espertos e já leram o livro? Poça. Stifle it!
Ok, nós sabemos que o nome completo do sôtor era Luís Vaz de Camões. Mas Durante décadas, talvez mesmo séculos, chamámos-lhe Luís de Camões. Porquê agora o brio ridículo de lhe chamar o nome completo?
É mais um daqueles fenómenos. Como quando o Zeca Afonso se passou a chamar José Afonso.
Enfim…
É curioso ouvir o discurso de Joan Baez no começo desta canção, em 1969:
“(…) It’s the only song that I have written that I sing outside the bathtub because I am just smart enough to know that my writing is very mediocre (…)”
e depois ouvir esta outra canção, escrita por ela mais tarde, acerca do namorado da altura do primeiro discurso. Sobre o Bob Dylan. [Lyrics]
Escuso-me de comentar por pudor.

Parece que é mesmo verdade. Lá para 2009, na Flórida, vamos poder visitar Hogwarts, Hogsmeade e mais sítios.
Não sei se é bom ou se é mau…
[Link]